Amor na guerra Colonial

Tudo servia de “charge” – havia um repórter da Emissora Nacional que, diariamente emitia para Lisboa, na sua voz meio roufenha, meio arrastada que, dando notícias individualizadas, naturalmente, a quem as solicitava, pressupostamente. Eram sempre boas por regra.
Então surgia normalmente à noite: “minha senhorrra o seu filho está bem… anda de muletas”, ou este outro exemplo: “minha senhorrra o seu filho está bem… está no cemitério de Luanda”.
Esta era uma maneira de brincar… com a tropa, como então, por vezes, se dizia.

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“A Pátria nos chamou. Cumprimos, a Pátria não nos deve nada, mas merecemos respeito”.
(O General João Ramiro Alves Ribeiro – num almoço comemorativo do Esquadrão)
João Ramiro Alves Ribeiro, prestigiado militar, ainda como capitão, foi o comandante do Esquadrão 297, como se pode ler.

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Caro Mário Brito depois de dez anos de escritor, de 12 livros publicados, finalmente encontrei uma editora, a 5 LIVROS, que faz questão de dar a importância ao autor que ele merece, e diz não a exploração desenfreada de quem cria literatura, com que me tenho deparado,
Foi uma agradável surpresa o processo personalizado da publicação do livro AMOR NA GUERRA COLONIAL, de que sou autor, na 5 LIVROS,
Na minha qualidade de conhecedor do MUNDO EDITORIAL, desejo deixar o meu obrigado e apresentar parabéns ao titular e mentor da 5 LIVROS, Mário Brito.
Gostaria de recomendar a todos os que desejem publicar um livro, não o façam, sem consultar esta editora, na certeza que, desde logo serão acompanhados pelo titular, como me agradou ser.
Voltarei a publicar na 5 LIVROS.
Citando um ex – colega de trabalho: “onde eu almoçar mais de uma vez, de certeza que o restaurante é de primeira qualidade”. O mesmo eu aplico à 5 LIVROS.