Cidades do Ganges

Nestas páginas o autor descreve as impressões pessoais da sua terceira viagem à índia: uma terra de extremos, onde os ricos são muito ricos e os pobres muito pobres; aromas maravilhosos e cheiros estranhos; sabores muito vincados, o doce é bastante doce e o picante seriamente picante. 

No decurso desta narrativa, relata a passagem por Rishikesh, no Norte da Índia, onde encontrou um excelente refúgio do caos das cidades cosmopolitas, com a natureza bem preservada e onde as águas do Ganges ainda são límpidas. 

Os ensinamentos de um guru e o mergulho interior, a descoberta da sua verdadeira natureza. As peripécias das viagens atribuladas pelo país, em autocarros moribundos e sujos, na companhia de personagens estranhas, pondo à prova a capacidade constante de aceitar a vida, como ela é. 

A estadia delongada e intensa em Varanasi, uma cidade que não é para fracos, carregada de uma espiritualidade exacerbada, um espetáculo diário e fascinante de vida e de morte nesta outra cidade do Ganges. 

O autor confessa que, de certa forma, acabou por dar um banho ao destino, por uns dias mudou de vida muito mais do que de roupa.

Reforçou o respeito, distanciado e quase alheio, que tem pela sua pessoa. Esta viagem foi de asseio.

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No início, as ideias e as palavras foram surgindo e a história aconteceu. Quando pensei que tinha material suficiente para contar a minha viagem aos amigos, decidi procurar alguém que pudesse materializar este sonho. Foi um processo animador. Estreante nestas andanças, surgiu a 5 livros e, até ao momento de desfolhar as páginas que escrevi, parece-me agora que decorreu um instante. E, gostei, tive sorte com a escolha do parceiro que me ajudou a concretizar este pequeno sonho. Correu tudo melhor do que pensava. Um enorme obrigado ao Sr. Mário Brito pelo seu profissionalismo e transparência em todo este processo.