Em “Com o Coração na Boca”, a poesia nasce da urgência de dizer o indizível – o amor que transborda, a ternura que se confessa, a entrega que se vive inteira. Entre imagens e gestos íntimos, cada poema é um sopro que mistura desejo e devoção, corpo e sonho, paixão e eternidade.
Mais do que versos, estas páginas são confidências: declarações que revelam a força arrebatadora de um “amor primeiro” e a coragem de o viver sem reservas. Um livro que fala do coração – e que pede, ao leitor, que o leia também com o coração aberto.