O Espelho é uma tentativa de um ensaio poético com perfume musical.
Respira a perda e a procura, nas entrelinhas de sussurros urgentes, com que vai tecendo um enredo ficcional e cénico, reflexo da vida de tanta gente.
Entrelaçando o ritmo, a ironia e a metáfora, O Espelho revela caminhos cuja viagem só o leitor pode escolher e iniciar.
Neste ritmo frenético em que vivemos diariamente, convida-nos ao vagar, ao pensar, a reparar naquilo que não se vê, mas é essencial.
O Espelho desafia-nos a descobrir quem somos, quando ousamos deslaçar as máscaras do dia-a-dia — e achegarmo-nos, por um momento,
àquilo que não terá nome.