É um livro de memórias, ou seja, de algumas memórias…
Umas que eu não quero esquecer porque fizeram toda a diferença
na minha vida pessoal e profissional e outras que eu quero recordar para nunca mais as repetir.
Porquê agora este livro?
Tudo tem um porquê, mesmo que esse porquê seja indefinido, que não é o caso.
Sempre escrevi histórias, peças de teatro, textos para os meus alunos, coisas diferentes para os motivar e porque a maioria dos anos em que lecionei não havia internet, nem o tão amigo Google, e muito menos inteligência artificial.
Nós tínhamos que criar.
Escrevi agora o sem rumo, porque precisei de ocupar um espaço temporal, que ficou vazio, ou seja.
Sem Rumo