David Barros Alves
David Barros Alves é natural do Porto.
Bancário. Estudou Gestão no Instituto Superior de Gestão Bancária.
Bacharel em Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas – MTCI.
Formações de Anatomofisiologia na Ordem do Terço; Mesoterapia e homeopatia na Universidade Católica; Auriculoterapia e outras no ICBAS.
Escritor, Compositor, Ator e Encenador.
Desde 1980 passou a partilhar a sua vida pessoal e profissional com o teatro amador. Integrou e encenou no GTI, no Bankuiteatro, no Cêntimo Acto, e outros.
Desde novo que escreve textos dramáticos destinados ao público mais jovem.
As suas composições musicais, integram algumas das suas obras dramáticas, assim como ajudam a interpretar os seus poemas.
Levou as suas peças de teatro a variadíssimos palcos no Norte e na Capital sendo que, de entre elas, a obra “No Bosque das Flores Plantamos Valores” esteve dois anos em cena.
Outros êxitos se seguiram, tais como “A Praça de S. Roberto”, “Vizinhas da Miquinhas”, “D. Maria da Autarquia”, “O Amigo Girassol” e “Uma Estrela Que Ninguém Vê” tendo estado presentes em prestigiados eventos e palcos, de entre eles, a Associação Cultural Cem Cenas; o Festival de Teatro Renascer de Esmoriz; no Auditório Municipal de Grijó; Encontro de Teatro Amador dos Plebeus Avintenses; presença assídua no Festeatro do Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia; Auditório do Grupo Desportivo do BESCL, em Lisboa, entre outros.
Escreveu, também para os jovens, “O Menino que Abraçava as Árvores”, “Doroteia” e “A Flor Amarela”. Os livros “O Amigo Girassol” e “Uma Estrela Que Ninguém Vê” foram adaptados para as peças de teatro acima mencionadas.
Em 2015 escreveu, em paralelo, “A Ilha do Princípio”, bastante emancipada da escrita habitual. Ficou na gaveta devido à sua dedicação, sempre pro bono, ao objetivo superior que é o facultar aos jovens beber desta fonte, importante vertente da cultura, que é o teatro.
Agora, eis que sai da gaveta “A Ilha do Princípio” para se dar a conhecer.
Mantém-se ao serviço do teatro, dirigindo, atualmente, dois grupos: GTLC – Grupo de Teatro Latino Coelho, e TAI – Teatro Amador Independente.