E da Fronteira se fez pão

E da Fronteira se fez pão

Depois da obra sobre as origens muçulmanas de Marvão, o autor regressa a estas terras com um romance sobre o contrabando, cuja acção se desenrola a partir dos finais dos anos trinta, quase nos finais da guerra civil espanhola, e vai até aos inícios dos anos cinquenta do século XX.

O Meu Gato Azu

O Meu Gato Azul

Um Romance baseado numa história de vida real, onde o amor-próprio e pelos outros é o tema principal.
É sobre um amor que termina e tudo o que nos passa pela cabeça, emoções, pensamentos e formas de lidar com a perda. Entre capítulos é possível encontrar célebres frases inspiradoras, contém receitas para viver na sua cozinha, desenhos para colorir e oferecer a quem mais gosta.
A dor leva-nos a procurar e a encontrar as nossas respostas.

As Pontes do Rio Lethes

As Pontes do Rio Lethes

Este romance começa e acaba em Ponte de Lima, “a mais antiga vila de Portugal”.
E daí não deveria ter saído.
Contudo, a rebeldia dalgumas das personagens criadas levou-as à desobediência e resolveram sair de lá a fim de cirandarem por terras distantes, originando que, longe de ser um romance de viagens, este acaba por nos levar de “passeio” até Vigo, a San Gean de Luz, Paris e Bordéus, Montevideu, Caracas e ao interior da selva Amazónica, (Los Caribes e Matanzas) e, finalmente ao Brasil -, Manaus e Cataratas do Iguaçu.
Romance que também se atreve a viajar ao interior labiríntico da alma humana, das suas misérias e grandezas, romance que desassossega, ao confrontar-nos com os dramas sociais do nosso tempo; o desemprego e o destrutivo mundo da droga, que também não se priva de abordar o grande cisma do celibato na Igreja Católica, bem como um caso de pedofilia no seu interior.
Por último a viagem mais controversa de todas; confrontando uma opinião pública e publicada totalmente adversa, o autor ousa viajar até ao complexo mundo do nacionalismo, conduzindo os seus personagens ao âmago do outro cisma que, no caso, é o que abala actualmente a unidade do Estado Espanhol.

A Lisboa que eu imaginei

A Lisboa que eu imaginei

Partindo da história de Lisboa, este livro foca-se no seu crescimento urbano e na
desertificação que atingiu a cidade após os anos oitenta, aprofundando a questão da
mobilidade e da importância da arquitectura e do mobiliário urbano, comparando-as com os bons exemplos de outras cidades europeias.
Como é que a arquitectura interfere com o nosso estado de espírito? De que forma as
nossas cidades são desenhadas para condicionar certos comportamentos? Porque
gostamos tanto das lojas antigas e somos indiferentes a um certo tipo de modernidade?
O autor responde a estas e outras questões e concretiza a cidade imaginada por si recorrendo a composições fotográficas que nos mostram quão diferente Lisboa poderia ser.

A bruxa da minha aldeia

A bruxa da minha aldeia

A voz do preconceito soando mais alto que a mão de ajuda.
A gravidez é um segredo que não se pode manter por muito tempo.
Cátia lutou duramente contra o inconformismo de todos desejando o filho.
Venceu com a ajuda de Deus.
A vida é como um livro.
Não passes nenhum capítulo e continua a mudar as páginas.
Mais cedo ou mais tarde, tu compreendes porque cada capítulo é necessário.
Vai até onde o teu coração te levar.